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Amanda Ramos (28 anos)

Amanda Ramos (28 anos)

16/06/25, 16:50

Meu amor pelos animais começou ainda na infância. Eu não podia ver um gatinho, um cachorro...

Meu amor pelos animais começou ainda na infância. Eu não podia ver um gatinho, um cachorro, que logo ficava encantada. Sempre os enxerguei como algo precioso, seres especiais que devíamos cuidar e acolher, não apenas "um bicho de estimação". Quando criança, eu sempre tive cachorro, mas nunca gatos. Até que um dia, com 8 anos, encontrei um filhote de gato na porta da casa da minha avó. Pedi à minha mãe que o resgatássemos, pois ele estava em perigo.

Levamos o bichinho prontamente para casa, mas, para alegria do tutor e minha tristeza passageira, descobrimos que ele já tinha um lar. O dono veio buscá-lo, e aquele meu desejo de ter um gatinho foi adiado mais uma vez.
Foi só na adolescência que finalmente pude adotar uma gata, a Tadusa. Ela chegou à minha vida quando eu tinha 13 anos. A tirei das ruas ainda bem pequena. Meses depois, ela teve apenas um filhote em sua única gestação: Tomás, nosso querido gatinho todo preto com um miado inconfundível. Dois anos mais tarde, minha mãe encontrou uma filhotinha no portão de casa e a acolhemos com carinho. Ela recebeu o nome de Yoko!

Alguns bons anos depois, no ano do meu casamento, uma amiga e vizinha chegou à minha casa com um gatinho muito fofo, dessa vez, um macho! Como ainda não tínhamos nenhum animal no novo lar, resolvi iniciar nossa jornada com os seres mais maravilhosos que existem: adotei aquele gatinho. Batizei-o de O'Malley. A adoção foi tão significativa que, meses depois, descobri que dois irmãos dele haviam sido atropelados. Dar um lar a um animal de rua é uma forma de protegê-lo.

O'Malley tem a mesma idade do meu casamento e é o gato mais leal e tranquilo que já conheci. Algum tempo depois, continuei minha missão de tornar o lar mais acolhedor e cheio de amor felino. Outra amiga estava com uma gata que tinha acabado de ter filhotes. Escolhi uma e a levei para casa. Chamamos ela de Marta! Cheia de personalidade e muito charmosa.


Um ano depois, a busca por mais amor felino ganhou uma nova surpresa. Dessa vez, bateu à nossa porta. Nossos vizinhos já sabiam que eu e meu marido éramos apaixonados por gatos. Jogaram uma pobre gatinha em nosso portão, mais tarde, a batizamos de Joana. Ela chegou com algumas doenças, inclusive um prolapso retal. Cuidamos dela com muito carinho e, alguns meses depois, ela teve uma ninhada. Joana é um pouco medrosa, provavelmente devido aos maus-tratos que sofreu.

Ela teve quatro filhotes. Doamos dois para pessoas próximas e de confiança, uma amiga e uma prima. Os outros dois ficaram conosco: Bart e Janaína. Nunca tinha vivido a experiência de ver dois irmãozinhos crescendo juntos, e foi algo incrível, pois faziam tudo juntos, sempre unidos.

Fomos castrando todos os nossos companheiros felinos, e hoje todos estão castrados e saudáveis.
Na casa dos meus pais ainda vivem a Yoko e a Lucy, uma cadelinha que também adotei quando era solteira.

Além disso, já ajudei um gatinho de rua, resgatando-o e encaminhando para abrigo. Também salvei um cachorro, o Rambo, vítima de maus-tratos e consegui um lar para ele.
Em cada fase da minha vida, tem uma história de um animalzinho envolvido.

Quem me conhece sabe como esses animais fazem toda a diferença na minha rotina e como são importantes para mim. Quando você adota, você recebe um amor verdadeiro, puro que não te pede nada em troca.

A sua história pode ser escolhida para inspirar

Escreva sua história, insira seu nome e o nome do seu pet, adicione fotos e envie para:

meupetmeuamigooficial@gmail.com.

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